História:

Ao longo do jogo, exploras um mundo interligado cheio de atalhos, segredos e áreas que se conectam de forma inteligente. Enfrentas inimigos e bosses difíceis, recolhes almas para evoluir e vais lentamente percebendo a história através de diálogos vagos, descrições de itens e o próprio ambiente.

Tal como em Demon’s Souls, o jogo é conhecido pela sua dificuldade, mas também pela justiça no design. Cada morte ensina algo, e a progressão vem tanto da habilidade do jogador quanto da evolução da personagem.

No fundo, Dark Souls é sobre decadência, repetição e escolha — um mundo à beira do fim, onde tu decides se vale a pena mantê-lo vivo ou deixá-lo desaparecer.

História:

A história decorre no reino de Drangleic, um lugar em ruínas afetado pela mesma maldição dos Undead. Tu jogas como um amaldiçoado que viaja até lá à procura de uma cura — ou pelo menos respostas para o ciclo interminável de morte e renascimento.

Infelizmente este jogo é um grande downgrade do primeiro jogo, com uma movimentação pior, mais injusto, etc.

No fundo, é uma história sobre alguém que luta não só para sobreviver… mas para não desaparecer completamente.

História:

A história decorre no reino de Lothric, num momento em que o mundo está literalmente a colapsar. A chama está a desaparecer mais uma vez, mas desta vez nem aqueles destinados a mantê-la querem cumprir o seu papel. Tu jogas como um “Ashen One”, um ser que falhou anteriormente em ligar o fogo, mas que agora é trazido de volta para tentar corrigir isso.

No fundo, é uma despedida — um mundo cansado de repetir o mesmo destino, à beira do colapso total.


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